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CORDYCEPS

João Pedro Leal, Eduardo Molina e Marco Mendonça

25 Setembro, 21H30
Teatro - m12
10€ Plateia

Estamos no último dia da democracia. Com a sua extinção desaparece também o acesso a qualquer forma de expressão e pensamento livre. Por consequência, este é o último espectáculo que terão oportunidade de ver. O tempo terá de ser bem aproveitado e não nos passa pela cabeça dramatizar sobre o desfecho trágico e inevitável do qual faremos parte. Queremos que seja uma ocasião feliz, como a despedida de um lugar ao qual nunca regressaremos, onde a política e a ficção, o futuro e o agora, dão origem ao protótipo de uma sociedade distópica.

 

Eduardo Molina Artista de teatro. Escreve, dirige, cria e pisa o palco. Em 2012, no CEPAM, formou-se com o Curso Profissional de Interpretação e, em 2015, findou a licenciatura em Teatro – ramo Actores pela ESTC. Escreve regularmente e integrou o Laboratório de Escrita para Teatro do TNDM II. Escreveu o texto dramático Portugal: manifestação em um acto, publicado em 2016 e venceu o Prémio Novas Dramaturgias – LdE 2019, com A infinda apetência da luz do sol, publicado no mesmo ano. Em 2015 e 2016, assumiu a direcção artística dos concertos teatrais A Show of Three Halves, no TMBD, no Funchal. Integrou The Scarlet Letter, de Angélica Liddell, apresentado em várias cidades europeias, e, em 2018, venceu a Bolsa Amélia Rey Colaço, juntamente com Marco Mendonça e João Pedro Leal, com Parlamento Elefante, estreada em 2019, no TNDM II, e apresentada no CCVF e no EdT.

Marco Mendonça nasceu em Moçambique, em 1995. É licenciado em Teatro pela Escola Superior de Teatro e Cinema - ramo actores. Estreou-se em 2013, com os The Lisbon Players. Tem trabalhado com Os Possessos, desde 2014, e estagiou, entre 2015 e 2016, no Teatro Nacional D. Maria II, onde colaborou como actor em espectáculos de Tiago Rodrigues, Miguel Fragata e Inês Barahona, Catarina Requeijo, João Pedro Vaz, Paula Diogo e Faustin Linyekula. Em 2017, integrou criações de Tonan Quito e Mala Voadora. Em 2019, estreou-se como autor e co-criador em "Parlamento Elefante", projecto vencedor da primeira edição da Bolsa Amélia Rey Colaço.

João Pedro Leal, Lisboa, 1994. Iniciou a sua formação teatral em 2006, no curso de expressão dramática da APOIARTE, na Casa do Artista. De 2012 a 2015, fez o curso de Teatro - ramo actores, na ESTC, concluindo com o espectáculo Tornados, dirigido por Alex Cassal e Felipe Rocha. Desde 2012, tem feito espectáculos para a infância, musicais e criações independentes. Em 2019, foi criador e intérprete em PARLAMENTO ELEFANTE, projecto vencedor da 1ª edição da Bolsa Amélia Rey Colaço.

 

criação João Pedro Leal, Eduardo Molina e Marco Mendonça
interpretação João Pedro Leal, Eduardo Molina, Marco Mendonça e Mestre André
apoio à criação Lígia Soares
desenho de luz Rui Monteiro
assistência ao desenho de Luz Teresa Antunes
cenografia Fernando Ribeiro
música original e sonoplastia Mestre André
direção técnica Cárin Geada
direção de produção Mónica Talina
produção executiva Mariana Dixe
participação especial Bando dos Gambozinos
fotografia de divulgação Pedro Mkk
produção Teatro do Vão

coprodução Rede 5 sentidos - Centro Cultural Vila Flor, Cine-Teatro Louletano, São Luiz Teatro Municipal, Teatro Académico Gil Vicente, Teatro Micaelense, Teatro Municipal da Guarda, Teatro Municipal do Porto, Teatro Nacional São João, Teatro Viriato

apoio Agência 25 e Polo Cultural das Gaivotas | Boavista

agradecimentos Alex Cassal

Espetáculo financiado pela rede cultural 5 Sentidos (Centro Cultural Vila Flor, Teatro Académico Gil Vicente, Teatro Municipal da Guarda, Cine-Teatro Louletano, Teatro Micaelense, Teatro Municipal do Porto, São Luiz Teatro Municipal, Teatro Nacional São João, Teatro Viriato) no âmbito do programa Convite à Criação Artística.

Projeto apoiado pela República Portuguesa - Cultura I DGARTES – Direção-Geral das Artes

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